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"No Brasil, o movimento teve a luta contra o aumento como estopim; já em #HongKong, nós só percebemos agora os problemas do transporte".




"Não há indícios de que Assad e, sobretudo, Putin, tenham algum interesse numa ação que vá além da dissuasão da pressão turca sobre a revolução de #Rojava, e esse “ombro amigo” às SDF pode muito bem ser outra coisa no curto e médio prazo".



Segunda coluna "O Diabo da economia".
"Na crise, a independência recíproca dos atos complementares de compra e venda se destrói à força, manifesta-se a unidade dos elementos opostos."




"Walsh aponta a necessidade de construção de uma agência de notícias como uma das tarefas da revolução. Não se limita a disputar um espaço no interior do sistema comunicacional vigente".





"Precarização e aumento do controle do trabalho docente, acabar com estabilidade do professor na escola, nada disso garante novos projetos bem estruturados para os alunos", denuncia uma professora ao criticar os projetos do governador paulista.



"O multiculturalismo, entendido como modelo de sociedade, só seria possível se pudéssemos considerar cada cultura como uma espécie de folclore".






Publicamos uma entrevista realizada com um militante equatoriano.

O que se passa no Equador após a transição entre o governo Correa e o governo Moreno? Quais são os protagonistas e quais são as reivindicações das mobilizações populares?



Publicamos uma entrevista com um militante equatoriano.

O que se passa no país após a transição entre o governo Correa e o governo Moreno? Quais os protagonistas e quais as reivindicações das mobilizações populares?




Uma reflexão sobre o significado de autonomia nas lutas sociais.
"O movimento autônomo segue desfigurado e tomado como sinônimo de lutas e militantes independentes. Há um esvaziamento do seu sentido prático e político — feito de forma propositada ou não."



O Lula que se foda, eu quero classe trabalhadora livre!



Uma pauta "democrática" é facilmente retornável em uma universidade pública, mesmo em tempos de Bolsonaro, enquanto problemas como descontos salariais, demissões injustas e o não recebimento do adicional de insalubridade parecem ser problemas secundários:



"A desconcentração econômico-espacial (sempre relativa, por óbvio) e a descentralização político-territorial permanecem sendo ideais inteiramente coerentes com aquele, maior, da superação da exploração e da heteronomia".




"Esse tipo de movimento surpreende pela capacidade em dar uma resposta coletiva a um sofrimento antigo que sempre foi naturalizado, de que o estagiário não pode lutar pelos seus direitos e nem confrontar a prefeitura."